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Pontes

Devido ao grande número de cursos de água existentes no concelho, existe, também, um grande número de pontes. Devido à sua visibilidade as pontes com maior relevância no concelho são as duas pontes existentes na freguesia de Rio caldo, com ligações para a freguesia de Vilar da Veiga e para o concelho de Vieira do Minho e que se tornaram já uma referência de Terras de Bouro.

 

Estas duas pontes foram obra do Engenheiro Edgar Cardoso e foram construídas em 1954, tendo em vista a subida do nível das águas do rio Cávado e criação do espelho de água, consequências da construção da barragem da Caniçada, na freguesia de Valdosende. 

 

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     Pontes de Rio Caldo

 

Da época romana, existem vestígios de três pontes da Macieira, do Forno e a maior a de S. Miguel. A ponte de S. Miguel era uma ponte com uma certa envergadura pois possuía dois arcos de volta perfeita. Esta ponte foi destruída no séc XVII, logo após a reconquista da independência de Portugal ao domínio Filipino para dificultar o acesso caso houvesse mais investidas espanholas. Esta ponte foi reconstruída em madeira, material enquadrável no meio ambiente natural que a rodeia, no entanto, no seu arranque, ainda se verifica o seu aparelhado romano.

 

A ponte dos Eixões, situa-se a Sul da Veiga de S. João de Campo, sobre a Ribeira de Rodas que a partir do local se faz Rio de Campo, fazendo passagem para as vizinhas freguesias de Covide e Carvalheira. A ponte possui dois arcos de volta perfeita formados por aduelas estreitas, construídos sobre as bases sólidas de paredões bem aparelhados alicerçados no leito rochoso e nas margens. A montante e a jusante dois fortes talhamares protegem e consolidam a estrutura arquitectónica. O tabuleiro da ponte, com um antigo perfil de corcova, de linhas abauladas, largo, com guardas baixas, talvez posteriores à sua construção original, é empedrado com calçada de laje grande, muito degradada por adaptações às necessidades da viação motorizada do século findo.

 

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     Ponte de Eixões

 

 

Hoje, o trânsito automóvel faz-se por uma ponte de betão, a montante deste local.

Apesar da inscrição patente num dos arcos do ano 1745, considera-se haver indícios para recuar a sua existência a tempos anteriores. Como referia o abade Custódio José Leite em 1728, a dita ponte dos Eixões, ao tempo denominada de Ponte de Rodas, era obra nova “tendo sido antes obra romana, que um grande madeiro arruinara.” (Sousa, 1927).

 

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